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Jacqueline Kennedy


Primeira dama dos Estados Unidos, quando John Kennedy subiu ao poder em 4 de janeiro de 1961, enfrentou uma das grandes tragédias americanas, ao ver o marido assassinado em seu colo dois anos depois, no atentado que tirou-lhe a vida, em Dallas, Texas. Jacqueline casou-se aos 24 anos com o então senador, doze anos mais velho e pertencente a uma família rica e católica, descendente de irlandeses. Teve um casal de filhos e transformou a Casa Branca num conto de fadas. Seus sapatos vinham de Florença, a massagista sueca voava da Flórida, o cabeleireiro de Nova York. Sua elegância e esplendor encantavam as mulheres e ela tornou-se a personalidade mais fotografada da época. Durante os funerais do presidente emocionou o mundo com seu véu negro e uma expressão imutável de dor e espanto.

Em 20 de outubro de 1968, ela surpreendia o mundo ao casar-se com Aristóteles Onassis, um milionário grego. Quatro anos depois, a revista Playmen italiana publicava suas fotos nua na praia de Skorpios. Em 1975 enviuvava mais uma vez. Milionária, mudou-se para Nova York, num apartamento de cinco milhões de dólares, e passou a trabalhar na editora Doubleday, onde permaneceu por 16 anos. Viveu com Maurice Tempelsman nos últimos quinze anos de vida. A herança deixada por Jackie foi estimada no valor entre 50 e 200 milhões de dólares.

Em 1989, Jacqueline Kennedy era considerada uma das 70 mulheres mais ricas do mundo. John Kennedy deixou um patrimônio de US$ 15 milhões, herdados na maior parte pelos filhos. Ela ficou com uma pensão de US$ 250 mil. Embora perdendo direito à pensão ao casar-se com Onassis, seu contrato pré-nupcial garantia US$ 3 milhões e US$ 30 mil por mês. Com a morte do milionário, Jacqueline acabou herdando US$ 26 milhões, depois de uma série de desavenças com Christina Onassis, sua enteada já falecida.

Segundo a biografia não autorizada, "Uma Mulher Chamada Jackie", de C. David Heymann, Jacqueline Kennedy Onassis foi, durante toda a vida, vítima de homens com uma queda maníaca por conquistas amorosas. O primeiro dele foi seu pai, Jack Bouvier, um corretor da Bolsa de Valores que ganhou fortunas e as esbanjou com uma vida luxuosamente extravagante. Ele era mulherengo a ponto de se perder com suas namoradas em meio ao campo de golfe, enquanto a família julgava que ele estivesse dando tacadas em locais afastados. Para obter o divórcio de Jack, sua mulher, Janet, mãe de Jacqueline, contratou um detetive para registrar com fotografias e testemunhas seus casos de adultério. Jackie teve dois meio-irmãos, filhos de seu pai, que viria a conhecer já adulta.

John Kennedy era dado a conquistas amorosas e de sua lista de namoradas constam beldades como Marilyn Monroe e Angie Dickinson. Um caráter quase doentio, para quem as mulheres eram mais importantes do que a política, o presidente americano dormiu com duas prostitutas na noite de sua posse, embora já fosse casado com Jackie, e frequentemente promovia orgias na piscina da Casa Branca. Para compensar as traições conjugais de John, ela se tornou uma compradora compulsiva, que desembarcava nas lojas mais caras de Nova York e lá fazia contas exorbitantes, que deixavam o marido exasperado.

Aristóteles Onassis costumava revelar aos amigos detalhes de sua vida sexual com Jackie e teria encomendado, à revelia dela, as fotografias onde aparecem nus na ilha de Skorpios. Seu casamento não passou de um arranjo comercial. Nos meses que o antecederam, foi celebrada uma série de acordos pré-nupciais que previam a participação de Jackie na fortuna de Onassis enquanto ele fosse vivo, na forma de pensão, e depois de morto. Jacqueline Kennedy faleceu aos 64 anos, em 19 de maio de 1994.

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