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Joan Bennett


Joan Bennett nasceu em Palisades Park, Nova Jérsei, em 27 de fevereiro de 1910 e teve seu auge como estrela do cinema na década de 1940. Vinda de uma família de atores onde despontam seu pai Richard Bennett, célebre no teatro, e a irmã Constance Bennett, estrela de Hollywood nos anos 1930, Joan somente decidiu-se pela arte da representação porque o fim de seu primeiro casamento deixou-a com a filha Adrienne para cuidar. Estreou com um pequeno papel em 'Soberania' (Power, 1928) e nos anos seguintes especializou-se em papéis de mocinhas ingênuas em uma série de filmes menores, onde o grande destaque é 'Quatro Irmãs' (Little Women, 1933), de George Cukor. Foi seu futuro marido, o produtor cinematográfico Walter Wanger, que lhe deu uma nova persona e elevou-a ao estrelato da noite para o dia, ao transformá-la em morena para o filme 'Os Segredos de um Don Juan' (Trade Winds, 1938), de Tay Garnett.

Morena para o resto da vida, Joan tornou-se a rainha das mulheres fatais dos filmes noir, que alcançariam enorme popularidade nas duas décadas seguintes. São notáveis as quatro películas que fez com Fritz Lang: 'O Homem Que Quis Matar Hitler' (Man Hunt, 1941), 'Um Retrato de Mulher' (The Woman in the Window, 1944), 'Almas Perversas' (Scarlet Street, 1945) e 'O Segredo da Porta Fechada' (The Secret Beyond the Door, 1947). Outros grandes momentos no período incluem 'Casei-me com Um Nazista' (The Man I Married, 1940), de Irving Pichel, 'Mulher Desejada' (The Woman on the Beach, 1947), de Jean Renoir e 'Na Teia do Destino' (The Reckless Moment, 1949), de Max Ophuls. O início da década de 1950 viu Joan aparecer também em produções mais leves, como as comédias de grande sucesso 'O Papai da Noiva' (Father of the Bride) e sua continuação, 'O Netinho do Papai' (Father's Little Dividend), ambas dirigidas por Vincente Minnelli em 1950.

Sua carreira sofreu um revés fatal quando o marido Wanger, em crise de ciúmes, atirou em seu empresário, Jennings Lang, no último dia de 1951. O escândalo que se seguiu determinou o fim do estrelato da atriz. Ela encontrou refúgio na TV, onde atuou em filmes, foi atriz convidada em várias séries e estrelou a novela gótica 'Dark Shadows' por cinco anos (1966-1971). Sua última aparição no cinema foi na produção italiana 'Suspiria' (Suspiria, 1976), de Dario Argento.

Joan casou-se quatro vezes, tendo se divorciado nas três primeirras ocasiões. Sua ligação mais duradoura foi com Walter Wanger, com quem se casou em 1940. Apesar do escândalo, ficaram juntos por vinte e cinco anos e tiveram dois filhos. Em 1978, uniu-se ao crítico de cinema David Wilde, com quem viveu até seu falecimento, em 7 de dezembro de 1990, de causas naturais, aos 80 anos.


Filmografia
1932: Eu e Minha Garota (Me and My Gal)
1932: Mulher Indomável (Wild Girl)
1933: Quatro Irmãs (Little Women).....Mais informações
1935: Mundos Íntimos (Private Worlds)
1935: Romance no Mississipi (Mississipi)
1935: Cupido e a Secretária (Two for Tonight)
1935: A Dança dos Ricos (She Couldn't Take it)
1936: Dois Entre Mil (Two in a Crowd)
1936: Olhos Castanhos (Big Brown Eyes)
1936: Quase Casados (Wedding Present)
1939: O Homem da Máscara de Ferro (The Man in the Iron Mask)
1940: O Filho de Monte Cristo (Son of Monte Cristo)
1941: O Homem que Quis Matar Hitler (Man Hunt)
1943: Um Pequeno Erro (Margin for Error)
1945: Almas Perversas (The Scarlet Street)
1945: Um Retrato de Mulher (The Woman in the Window)
1950: O Pai da Noiva (Father of the Bride).....Mais informações
1951: O Netinho do Papai (Father's Little Dividend)
1955: Não Somos Anjos/Veneno de Cobra (We're No Angels)
1956: Chamas que Não se Apagam (There's Always Tomorrow).....Mais informações


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Joan Bennett e Fred MacMurray em "Chamas que Não se Apagam (1956)